Custo do retrabalho: a conta que não aparece no orçamento

custo do retrabalho: capa com a foto de Thaysa de Meira, gestora de controladoria da Safegold, e o logo do Diário Indústria & Comércio

O custo do retrabalho raramente entra no orçamento das empresas, mas pesa no resultado. Em muitas operações, refazer um relatório ou conferir de novo uma nota parece parte da rotina. No entanto, quando a correção se repete, ela vira um gasto real. Thaysa de Meira, gestora de controladoria da Safegold, tratou do tema em artigo publicado no Diário Indústria & Comércio.

Por que o custo do retrabalho fica escondido nos números

Primeiro, o retrabalho consome horas que a empresa já pagou. Além disso, ele provoca atrasos, horas extras, compras desnecessárias, descontos e perda de margem. Mesmo assim, esses valores quase nunca aparecem separados no DRE. Em geral, eles se espalham entre folha, despesas operacionais, perdas e pequenos ajustes. Por isso, a empresa sabe que gasta, mas não consegue dizer quanto.

Segundo a autora, o erro também viaja entre áreas. Uma informação incorreta no comercial vira problema no financeiro, e uma falha na operação atrasa o faturamento. Da mesma forma, um erro na compra compromete a margem. Ou seja, o custo do retrabalho costuma aparecer longe do setor onde o erro nasceu.

Como a controladoria mede o retrabalho

Na leitura de Thaysa, a causa costuma estar no processo. Com o tempo, a equipe se adapta e a empresa passa a depender de quem “sempre resolve”. Assim, uma operação entrega o resultado esperado e, ainda assim, gasta mais do que deveria.

Para começar, ela sugere escolher um processo com retrabalho frequente. Em seguida, vale anotar o que a equipe refaz, por qual motivo e quanto tempo leva. Desse modo, o gestor descobre se falta informação, conferência, divisão de responsabilidades ou estrutura no processo.

Portanto, medir o custo do retrabalho transforma a reclamação da equipe em informação de gestão. Nesse contexto, a Safegold apoia empresas com controladoria e FP&A e apoio à gestão financeira, para colocar na conta o que hoje fica fora dela.

Leia o artigo completo no Diário Indústria & Comércio

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